Burnout não é fraqueza, é sistema falido
Eliane
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Durante muito tempo, o burnout foi visto como “frescura” ou falta de preparo emocional. Mas a verdade é outra: burnout não nasce dentro da pessoa, nasce dentro do sistema em que ela está inserida.
🔥 Não é falta de força, é excesso de carga
O colaborador que chega ao limite não é fraco. Ele está exausto porque a empresa normalizou:
Jornadas intermináveis;
Líderes que cobram, mas não apoiam;
Cultura que premia quem se destrói para entregar.
⚠️ A conta chega
O burnout custa caro para a empresa:
aumento do absenteísmo,
perda de produtividade,
rotatividade de talentos que não aguentam mais o ambiente.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o burnout já é classificado como síndrome ocupacional. Ou seja: não é drama pessoal, é risco trabalhista.
🌱 A solução não é individual
Dar mindfulness, meditação ou yoga para colaboradores pode até ajudar, mas não resolve o problema estrutural. O que resolve é mexer na cultura: criar segurança psicológica, equilibrar demandas, formar líderes emocionalmente inteligentes.
👉 Reflexão final: se o burnout é recorrente na sua equipe, a pergunta não é “o que há de errado com eles?”, mas sim “o que há de errado com a forma como estamos liderando?”.
